quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Por que não falar da distância?

A distância que existe é apenas um detalhe,
mas amor é capaz de fazer você presente
mesmo longe do alcance dos meus olhos!




[ Isabela Dutra ]



Distância é a medida da separação de dois pontos. Vendo por esse lado é simples, mas quando essa distancia envolve pessoas e sentimentos, esse espaço métrico se torna infinitamente mais complicado. Não é somente a distancia entre você e alguém que mora há 1000 km. Por muitas vezes, e principalmente numa sociedade “tão moderna” como a nossa, onde as pessoas estão ocupadas demais para dar atenção umas as outras, que não seja por interesse de trabalho ou algo parecido, essa distancia é encontrada entre você e um familiar, amigo, alguém bem próximo o bastante pra que você não se sinta “sozinho”. Mas não, por falta ate mesmo de afeto entre os mesmos, esses costumam a levar suas vidas se perguntando: “Por que estamos tão distantes?”.
Creio que assim como tudo na vida, ou quase, existem suas vantagens e desvantagens, com a distancia não seria diferente. Ela mostra realmente o que você sente, porque por mais distante que esteja de quem goste você desejaria cada vez mais estar perto desse alguém, alem de reconhecer a falta que o faz. Por um outro lado, ela te impossibilita de receber aquele abraço que te afaga, e por instantes te faz sentir forte. Impede de compartir momentos únicos, de presenciar momentos importantes e de troca de olhares.
Com a distancia nós esperamos, assim como uma criança que espera ansiosamente pra passar férias com o pai que mora em outro estado, como uma mãe que espera no natal seu filho, ou como um encontro entre duas pessoas que esperaram uma vida por esse momento. E sempre acreditamos na esperança de um dia dividir, mesmo que em um instante, as nossas vidas com alguém que mora longe. Independente onde estejamos é sempre bom saber que em algum lugar a sempre um alguém que gostaria de compartilhar um abraço, de relembrar aquela historia e ate mesmo sentir saudades do que ainda não viverão juntos. Esses que distantes estão, permanecem na mente, nos sonhos, na vida de quem sabe verdadeiramente a dor de não ter quem tanto quer presente.


A Distancia que deixa um vazio, e que deixa saudades, é a mesma que tem a capacidade de aproximar corações!

.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Desordem no tribunal

Rir é sempre bom. Ainda mais de coisas que jamais imaginaríamos que uma pessoa teria capacidade de dizer! Então, divirtam-se!

Estas são piadas retiradas do livro "Desordem no tribunal". São coisas que as pessoas realmente disseram, e que foram transcritas textualmente pelos meirinhos, que tiveram que permanecer calmos enquanto estes diálogos realmente aconteciam à sua frente.

Vale a pena ler - são excelentes!



Pergunta: Qual é a data do seu nascimento?
Resposta: 15 de julho.
P: Que ano?
R: Todo ano.

P: Essa doença, a miastenia gravis, afeta sua memória?
R: Sim.
P: E de que modo ela afeta sua memória?
R: Eu esqueço das coisas.
P: Você esquece... Pode nos dar um exemplo de algo que você tenha esquecido?

P: Que idade tem seu filho?
R: 38 ou 35, não me lembro.
P: Há quanto tempo ele mora com você?
R: Há 45 anos.

P: Qual foi a primeira coisa que seu marido disse quando acordou naquela manhã?
R: Ele disse, "Aonde estou, Betty?"
P: E por que você se aborreceu?
R: Meu nome é Susan.

P: Me diga, doutor... não é verdade que, ao morrer no sono, a pessoa só saberá que morreu na manhã seguinte?

P: Seu filho mais novo, o de 20 anos...
R: Sim.
P: Que idade ele tem?

P: Vou lhe mostrar a Prova 3 e peço que reconheça a foto.
R: Este sou eu.
P: Você estava presente quando esta foto foi tirada?

P: Então, a data de concepção do seu bebê foi 08 de agosto?
R: Sim, foi.
P: E o que você estava fazendo nesse dia?

P: Ela tinha 3 filhos, certo?
R: Certo.
P: Quantos eram meninos?
R: Nenhum.
P: E quantas eram meninas?

P: Sr. Wilson, por que acabou seu primeiro casamento?
R: Por morte do cônjuge.
P: E por morte de que cônjuge ele acabou?

P: Poderia descrever o suspeito?
R: Ele tinha estatura mediana e usava barba.
P: E era um homem ou uma mulher?

P: Doutor, quantas autópsias o senhor já realizou em pessoas mortas?
R: Todas as autópsias que fiz foram em pessoas mortas...

P: Aqui na corte, para cada pergunta que eu lhe fizer, sua resposta deve ser oral, ok? Que escola você freqüenta?
R: Oral.

P: Doutor, o senhor se lembra da hora em que começou a examinar o corpo da vítima, o sr. Dennis?
R: Sim, a autópsia começou às 20:30.
P: E o sr. Dennis já estava morto a essa hora?
R: Não... Ele estava sentado na maca, se perguntando porque eu estava fazendo aquela autópsia nele!
P: O senhor está qualificado para nos fornecer uma amostra de urina?
R: Sim, desde criancinha.

P: Você disse que a escada descia para o porão. Essa escada, ela também subia?

P: Foi este o mesmo nariz que você quebrou quando criança???

P: O que aconteceu depois?
R: Ele me disse: "Tenho que te matar porque você pode me identificar no tribunal".
P: Ele o matou?

P: Foi você ou seu irmão que morreu na guerra??

P: Há quanto tempo você é canadense??

P: Você tem filhos ou coisa do gênero??

P: Você não sabe o que era, nem com o que se parecia, mas você pode descrever?

P: Senhora Jones, a senhora se considera emocionalmente equilibrada?
R: Eu era.
P: E quantas vezes a sra. cometeu suicídio?

P: Doutor, antes de fazer a autópsia, o senhor checou o pulso da vítima?
R: Não.
P: O senhor checou a pressão arterial?
R: Não.
P: O senhor checou a respiração?
R: Não.
P: Então, é possível que a vítima estivesse viva quando a autópsia começou?
R: Não.
P: Como o senhor pode ter essa certeza?
R: Porque o cérebro do paciente estava num jarro sobre a mesa.
P: Mas ele poderia estar vivo mesmo assim?
R: Sim, é possível que ele estivesse vivo e exercendo Direito em algum lugar!!!

[ rindo mil horas ]


sábado, 8 de dezembro de 2007

Então...

Há quem diga que eu sou risonha, alegre, sincera, otimista, responsável, realista, humilde, ou ate mesmo altruísta. Enquanto outros dizem que sou séria, brava pessimista, irresponsável, e ate mesmo egoísta.
Mas será que a nossa definição parte do que os outros dizem, ou ate mesmo pensam sobre nós? E quantas vezes ouvimos a seguinte frase: “Sou o que sou não o que dizem”?

Creio que na maioria das vezes que o que pensam da gente são refletidos nas nossas atitudes em certos momentos. E parte da concepção, e julgamento de cada pessoa. Ou seja, não importa se você se considera o inteligente, e quando lhe perguntam algo do qual você não sabe responder, você é visto como um ignorante. Na verdade nos dividimos no que pensamos sobre nós e no que os outros pensam. E o valor disso parte da gente, nós distinguirmos qual o pensamento levamos em consideração.

Aceitar seus defeitos é um passo pra aprender a se conhecer, e revelar quem verdadeiramente é. A todo e qualquer momento, é momento de se conhecer melhor!

Por fim, eu sou apenas uma garota de quase 19 anos, com milhares de defeitos, que sonha um dia em vencer o maior desses, que é o orgulho. Apesar disso, eu amo ser quem sou!



Eu to começando a gostar da idéia de ter um blog!
:)
Beijos, gente (?)